Sejam Bem Vindos!
Inspirado nos blogs educacionais existentes na NET, este é dedicado a educação. Nele é possível encontrar atividades, avaliações, textos pedagógicos de todos os niveis, planejamentos, livros, slides, dicas de filmes, músicas e todo contexto educacional que é desenvolvido no Ensino Infantil, Ensino Fundamental I e II, Ensino Médio e nos cursos de Pedagógia.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
domingo, 6 de junho de 2010
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Jogos de Regras
Os jogos de regras são jogos de combinações sensório~motoras ou intelectuais, regulamentados por regras previamente estabelecidas, que norteiam a cooperação e a competição entre os participantes.
Esse tipo de jogo é, portanto, uma atividade eminentemente social, pois pressupõe a existência de parceiros e a observância a alguns regulamentos definidos.
Amarelinha
Barra Bandeira
Barra Manteiga
Batata-quente
Boca do forno
Bola no ar
Bola no túnel
Cabo de Guerra
Cabra- Cega
Caí no Poço
Coelhinho na toca
Corrida da Bola
Corrida da Centopéia
Corrida do Bastão
Corrida do ovo e da Batata
Corrida dos Sacis
Dança das cadeiras
Elefantinho Colorido
Esconde-esconde
Garrafão
Gato e rato
Lenço atrás
Lobos e Carneirinhos
Mãe da Rua
Passarás
Pega- Pega
Queimada
Jogos e Atividades envolvendo Representação Simbólica
A representação simbólica supõe a formação da imagem mental. Por isso, os jogos e atividades a seguir têm como base a imagem mental e envolvem a imitação, imaginação e linguagem.
2. Jogos Imitativos
Imitar a forma de andar dos animais: andar como gato, elefante, tartaruga, pular como um sapo etc.
Cavalo e cavaleiro
- Galopar livremente montados sobre um cabo de vas¬soura, imitando um cavalo-de-pau.
- Galopar em ritmo acelerado, montados sobre um cabo de vassoura (cavalo-de-pau) e parar repentinamente a um sinal combinado (palmas, apito etc.).
- Montados sobre um cabo de vassoura, imitando um cavalo-de-pau: galopar lentamente; galopar sobre cavalo bravo; galopar sobre cavalo teimoso (que quer ir para um lado diferente do que o cavaleiro quer caminhar);
- Galopar em duplas no mesmo cavalo: inicialmente sobre um cabo de vassoura e depois sem ele, galopar apenas imaginando-se sobre um cavalo.
Imitar meios de transporte: voar como avião, correr como carro, andar como trenzinho.
Andar imitando pessoas e objetos:
- um velhinho;
- um cego atravessando a rua;
- uma pessoa distraída;
- alguém carregando uma coisa muito pesada; .um robô;
- uma pessoa com sapato apertado;
- uma mãe carregando o filho no colo;
- alguém com muita pressa etc.
Profissões:
- Um bombeiro subindo a escada de seu carro para apa¬gar o fogo.
- Um domador de circo domando a fera com chicote. Um palhaço brincando de levantar peso.
- Uma lavadeira lavando roupa (esfregando, torcendo,pendurando no varal e passando a ferro).
- Um marceneiro serrando madeira e martelando prego.
- Um padeiro preparando pão (batendo a massa, abrindo com rolo, fazendo os pãezinhos, arrumando-os na fôrma e colocando-os no forno).
- Uma cozinheira fazendo comida (batendo ovo, mexendo a panela e lavando os pratos).
- Um pianista tocando piano.
- Uma costureira fazendo uma roupa (cortando e cos¬turando).
- Um relojoeiro consertando e dando corda no relógio.
3. Jogos de adivinhação:
Mímica: observar os movimentos realizados por um participante, tentando adivinhar a ação que ele está imitando. Por exemplo:
- Comer;
- chutar uma bola;
- pegar uma flor e sentir-lhe o perfume
- pintar uma parede;
- escrever na lousa;
- tocar um piano
- lavar roupa etc.
Um diz: -"Estou pensando na parte do meu corpo que serve para ver. Qual é?". Os outros tentam adi¬vinhar, dizendo o nome dessa parte do corpo. Várias questões podem ser apresentadas para adivinhação como, por exemplo: -"Estou pensando na parte do corpo que serve para:
- ouvir;
- andar, correr, pular , chutar;
- segurar um objeto, agarrar uma bola, desenhar ,escrever" etc.
Uma criança (ou a professora) faz perguntas em forma de adivinhação: -"O que é, o que é:
- que fica em cima do pescoço?
- que fica entre o pé e o joelho?
- que fica entre os olhos e a boca?" etc.
As crianças tentam adivinhar, nomeando a parte do corpo, apontando-a ou movimentando-a.
Uma criança diz que está pensando num objeto, e dá uma indicação de onde ele está como, por exemplo: -"Estou pensando num objeto que está:
- em cima do armário;
- ao lado da porta;
- em frente à janela;
- atrás da mesa "etc.
As outras crianças tentam adivinhar qual é o objeto.
Uma criança diz: -"O que é, o que é? Estou pen¬sando num objeto que serve para:
- escovar os dentes;
- comer;
- escrever;
- apagar o que se escreve" etc.
As outras crianças tentam adivinhar qual é o objeto.
Formar um círculo; um participante vai para o centro, observa os outros à sua volta e diz: -"Estou pen¬sando em alguém. Quem será?".. Descreve, então, a criança em quem está pensando: tem cabelo curto, usa óculos, está de blusa branca, de tênis etc. As demais tentam adivinhar quem é, a partir da descrição feita.
Adivinhar quem é: as crianças ficam de olhos fecha¬dos, enquanto a professora escolhe um participante, que deverá cobrir-se com um lençol ou uma toalha e movimentar-se, fazendo aparecer de vez em quando alguma parte de seu corpo ( ora levantando um pouco o lençol de maneira a mostrar os pés, ora colocando um dos braços para fora etc.). As outras abrem os olhos e observam, tentando descobrir quem se es¬conde sob o lençol.
Uma criança diz: -"Estou pensando em alguém que:
- faz pão;
- apaga o fogo;
- vende jornal ;
- trabalha na feira;
- dirige ônibus;
- cuida dos dentes;
- pinta casas;
- constrói casas;
- ensina crianças;
- vende remédios;
- faz roupas;
- recolhe lixo;
- conserta sapatos etc.
Quem será?".
As demais crianças tentam adivinhar .
Uma criança imita um animal através de gestos e movimentos.. As outras tentam descobrir qual é o animal que está sendo imitado.
4. Telefone sem fio: duas crianças conversam uma com a outra, num telefone imaginário.
5. Inventar finais diferentes para as histórias: a professora conta uma história e as crianças imaginam um final diferente para ela.
6. Inventar histórias à vista de gravuras: a criança observa duas ou três gravuras, contendo cenas relacionadas entre si, e as coloca em ordem, de acordo com a seqüência das ações. Depois imagina uma história à vista da seqüência das cenas.
7. Seguir um percurso indicado: divididos em pequenos grupos, brincar de trenzinho, movimentando-se segundo o percurso indicado pela professora ou por uma das crianças:
passar por entre a cadeira e a parede;
virar para a esquerda;
seguir em frente;
dobrar para a direita;
andar em volta da mesa etc.
8. Estimar distâncias: marcar um ponto de saída e um ponto de chegada (por exemplo, uma pedra e uma caixa). A criança faz o percurso de um ponto a outro, contando quantos passos deu.
9. Brincar de espelho, usando todo o corpo: uma criança se movimenta, virando a cabeça para o lado, levantando um braço ou uma perna etc. As outras crianças fazem o papel do espelho, reproduzindo as suas posições.
10. Brincar de espelho, usando apenas a cabeça e o rosto: formar duplas, um em frente ao outro; um movimenta a cabeça, os olhos, a boca, fazendo uma expressão de alegria, tristeza, surpresa, ou uma careta, e o outro reproduz a expressão facial do primeiro (revezar as crianças).
11. Repetir e inventar: divididos em pequenos grupos, um ao lado do outro: um deles faz um movimento como, por exemplo, levantar braço ou a perna, dar um passo à frente etc.; o que está ao seu lado copia este movimento e acrescenta mais um, e assim sucessivamente; recomeçar a partir do último a realizar o exercício.
12. Ampliar frases: uma criança diz uma frase para um colega, que deverá repeti-la para outra, ampliando-a, e assim sucessivamente. Por exemplo:
"Paulo foi ao circo;
"Paulo foi ao circo e viu o palhaço;
"Paulo foi ao circo e viu o palhaço fazendo graça;
"Paulo foi ao circo e viu o palhaço fazendo graça e o domador de leões;
"Paulo foi ao circo e viu o palhaço fazendo graça, o domador de leões e o mágico;
"Paulo foi ao circo e viu o palhaço fazendo graça, o domador de leões e o mágico que tirou um coelho da cartola".
E assim a brincadeira continua, com as crianças repetindo o que os colegas disseram e acrescentando mais alguma palavra ou expressão.
13. Reconhecer sons: ficar em silêncio, com os olhos fechados, e ouvir os sons do meio ambiente, tentando reconhecê-los:
sons da natureza: água, vento, trovão, chuva etc.;
sons produzidos pelo corpo: vozes, batidas de pés no chão,
batidas de palmas, sons produzidos pelo andar etc.;
sons produzidos por objetos: barulho de carro, motocicleta, máquina de datilografar etc.
14. Descobrir de onde vem o ruído: uma criança, de olhos vendados, deve dizer ou apontar para o local de onde provém determinado som (passos, palmas, vozes, sons produzidos por objetos etc. ) .
15. Reconhecer objetos através do som: deixar cair alguns objetos (lápis, moeda, borracha etc. ); a criança de olhos vendados, tenta adivinhar qual foi o objeto que, ao cair, provocou aquele som.
16. Reconhecer partes do corpo através do som: uma criança faz um som com o próprio corpo (bater palmas, bater os pés no chão, estalar os dedos, tossir etc.), enquanto outro permanece de olhos vendados e tenta descobrir qual a parte do corpo que provocou aquele som, repetindo-o.
17. Reconhecer o conteúdo dos objetos através do som: descobrir o conteúdo de latinhas, caixas etc., apenas ouvindo o som que delas provém, quando movimentadas. Exemplo: pedrinhas, moedas, grãos etc.
18. Movimentar-se seguindo um som: executar movimentos pré-estabelecidos de acordo com as características do som emitido(breve-longo, forte-fraco, grosso-fino) como, por exemplo:
ao ouvir um som longo (aaaaaaaaaa), colocar as mãos na
cabeça; ao ouvir um som breve (aaa), sentar-se; .
19. Desenhar utilizando determinada cor quando ouvir sons fortes e, ao ouvir sons fracos, utilizar cor diferente etc.
20. Reproduzir ritmos: repetir um ritmo produzido pela professora: com palmas, batendo os pés no chão, batendo o lápis sobre a mesa, com coquinhos, latinhas contendo grãos, pedras, etc.
21. Modelagem: utilizar argila ou massa.
22. Colagem:
de objetos, no plano tridimensional (caixas de fósforo, palitos de sorvete etc.);
de figuras em folhas de papel de vários tamanhos e espessuras;
de material variado: retalhos picados, algodão, folhas, lã, barbantes, grãos, confetes, serragem, pó de giz etc.
23. Dobradura: utilizar vários tipos de papel, percebendo as diferentes texturas, formas etc.
24. Pintura: a dedo, com lápis-estaca, giz, pincéis de grossuras diferentes, lápis de cor comum etc.
25. Desenhos cegos ao som de ritmos diferentes: com os olhos fechados, segurando um lápis-estaca, deixar a mão deslizar sobre o papel, traçando linhas ao acaso, seguindo ritmos lentos e rápidos.
26. Desenho em grupo: formar pequenos grupos, sentados em círculo; cada um recebe uma folha de papel, na qual faz um desenho. A um sinal combinado, cada criança passa a sua folha para o colega do lado, que deverá completar o desenho, e assim sucessivamente, até que todas as crianças do grupo tenham desenhado em todas as folhas. A primeira folha em que a criança desenhou acaba retornando para ela, acrescida dos detalhes desenhados por todos os colegas.
27. Desenhar, pintar ou escrever ao som de uma música: desenhar, pintar ou escrever livremente e parar assim que a música seja interrompida.
Movimento na Educação Infantil por Simone Helen Drumond de Carvalho
São atividades com valor exploratório, pois são realizadas para explorar e exercitar os movimentos do próprio corpo, seu ritmo, sua cadencia e seu desembaraço, bem como os efeitos que sua ação pode produzir.
1 . Andar
livremente, batendo palmas.
para frente.
de costas.
com as mãos na cabeça ou na cintura.
na ponta dos pés.
encostando um pé à frente do outro.
sobre diferentes tipos de linha traçados no chão: reta, curva etc.
seguindo o contorno de figuras geométricas traçadas no chão com giz (quadrado, triângulo, círculo etc.).
com as pernas abertas, sobre uma corda esticada no chão.
procurando seguir determinado ritmo, que poderá variar do mais lento ao mais rápido (utilizar recursos como palmas, batidas de pé, coquinho etc., para marcar o ritmo).
aos pares ou trios, de mãos dadas, seguindo um estímulo auditivo (uma música, por exemplo) ; cessando o estímulo, as duplas ou trios param. Repetir várias vezes.
2. Correr
com as mãos na cintura ou na cabeça.
rolando uma bola.
chutando uma pedrinha ou um saquinho de areia.
num pé só (como um saci).
e parar bruscamente, a um sinal combinado.
seguindo ritmo marcado por tambor, palmas etc.
sobre uma linha traçada no chão.
pisando sobre formas desenhadas no chão com giz (círculos etc.).
desviando de obstáculos colocados no chão.
em duplas de mãos dadas com o colega.
ao lado do colega, sem lhe dar as mãos.
estando atrás do colega, sem no entanto tocá-lo.
em duplas ou trios, um atrás do outro, segurando no ombro do colega que está à sua frente.
Corrida dos patos: correr de cócoras, com as mãos sobre o joelho e os braços flexionados, como se Corrida de gigantes: correr na ponta dos pés, com os braços levantados.
Corrida do pé à frente: colocar um pé à frente do outro, o mais depressa possível.
Corrida do transporte: correr em duplas, segurando o mesmo objeto (um banquinho, um balde etc.).
Corrida do copo: correr, segurando um copo de plástico que contenha um pouco de água, procurando não derramá-la.
3. Levantar (o corpo, partes do corpo ou objetos)
Deitados ou sentados, a um sinal combinado, levantar o corpo do chão ou da cadeira.
Elevar os braços pelos lados (como se fossem asas), levantando-os e abaixando-os; até o alto da cabeça , bater palmas
Deitados de costas, com pernas e braços estendidos,elevar os braços, movimentando-os para trás, para frente, para um lado e para outro.
De costas para uma mesa, braços para trás, tentar apanhar um objeto que se encontre sobre ela. Levantá-lo, atrás do corpo, até a altura permitida pela mobilidade de seu braço; recolocá-lo em cima da mesa.
Observação: o objeto deve ser inquebrável e flexível, de maneira a facilitar sua apreensão, como, por exemplo, objetos de espuma ou bonecas de pano.
Levantar com os pés saquinhos de areia, feijão, ou milho.
Em duplas, tentar levantar com a testa uma bola grande, que está sobre a mesa;
4. Transportar (puxando, carregando, empurrando, removendo, afastando, esvaziando, lançando, rolando)
Carregar, de um local a outro previamente combinado, com o auxílio das mãos, um objeto (cadeirinha, banquinho, brinquedo).
Puxar, até um local combinado, objetos mais pesados como, por exemplo, saquinhos com pedrinhas etc.
Transportar no braço, sem o auxílio das mãos, roupa, caderno, jornal, uma folha de papel etc., até um local combinado.
Transportar, com o auxílio do pé, objetos que possam se acomodar sobre ele, tais como: borracha, retalhos de tecido, saquinhos de areia, feijão, milho, alpiste etc.
Transportar pequenos objetos a um local combinado, empurrando-os vagarosamente com os pés.
Transportar na cabeça pequenos objetos (borracha, caderno, uma folha de papel etc.), até um local combinado.
Empurrar uma bola com os calcanhares, levando-a de um lado para outro com leves impulsos.
Passar água ou areia de um baldinho para outro, utilizando-se de copinhos etc.
Em trio, transportar um colega sentado em uma cadeirinha; sentado sobre os braços de dois participantes (brincadeira de cadeirinha).
Em fila, passar a bola do primeiro ao último participante (por cima da cabeça, por entre as pernas,pelo lado).
5. Saltar (pular)
no mesmo lugar, com os dois pés juntos.
com os dois pés juntos, para frente, para trás e para os lados.
no mesmo lugar, com um pé só; revezar os pés.
pular corda,
Pular amarelinha sem pedra.
com os dois pés(um pé só) juntos, sobre um bastão colocado no chão, para frente, para trás e para os lados.
com as pemas abertas, sobre um bastão ou pequenos objetos colocados no chão (por exemplo: saquinhos de areia).
de cima de um bloco (tijolo de construção) para frente, para trás, para um lado e para outro.
Em duplas ou trios, lado a lado, e de mãos dadas, pular no mesmo lugar.
Em duplas, frente .a frente, pular no mesmo lugar com as mãos no ombro do companheiro.
Em duplas ou trios, pular no mesmo lugar, lado a lado, e abraçados pela cintura.
Em duplas ou trios, um atrás do outro e com as mãos no ombro do colega da frente, saltar seguidamente até chegar a um determinado ponto; girar o corpo, dando meia-volta, colocar novamente uma das mãos no ombro do colega da frente e reiniciar o percurso.
Em duplas e de mãos dadas, saltar uma corda parada.
6. Marchar
Marcar passos no local, elevar ao máximo uma perna, depois a outra, acompanhando um estímulo sonoro (batidas com coquinho, palmas etc.); batendo forte só um dos pés.
Marcar passos no mesmo lugar e, a um sinal combinado, mudar de posição (dando meia-volta, por exemplo); continuar marcando passo; movimentando os membros inferiores e superiores.
Marchar de forma mais rápida, de acordo com um estímulo sonoro (batida de tambor, coquinho etc.).
Marcha cadenciada com paradas bruscas: marchar enquanto durar um estímulo sonoro e parar imediatamente quando ele cessar; retomar a marcha logo que ele se reinicie.
Marcha cadenciada com mudança de direção: marchar numa direção; a um sinal combinado, marchar
em sentido contrário.
Em duplas ou trios, marchar lado a lado, de acordo com um ritmo marcado por tambor, coquinho, palmas etc.,
7. Galopar
livremente, montados num cabo de vassoura.
em ritmo acelerado, com paradas repentinas,marcadas por um sinal combinado (palmas, apito etc.).
8. Lançar e pegar
Lançar objetos (bolas etc.) a grandes distâncias, sem alvo definido; tendo em vista um alvo mais limitado (uma parede, por exemplo).
Lançar uma bola de meia, tentando alcançar um alvo desenhado na parede e bem acima da altura dos participantes.
Lançar uma bola de meia dentro de uma caixa de papelão, sapato etc.
Jogar a bola na parede e tornar a pegá-la.
Jogar a bola no chão e tornar a pegá-la.
Jogar a bola para o alto e tornar a pegá-la.
Jogar a bola no chão e rebatê-la.
Brincar de encestar bolas.
Em pares, lançar de um para o outro, uma bola ou um saquinho com areia, grãos etc.
Dispostos em círculo, jogar a bola uns para os outros.
Lançar uma bola para o alto e bater palmas uma ou mais vezes, antes de pegá-la novamente.
9. Chutar
Dar pontapés em saquinhos de areia.
Chutar bola.
Chutar pedrinhas.
10. Atividades dígito-manuais
Fazer movimentos de jogar beijos com a mão.
Movimentar os pulsos para os lados, fazendo um gesto de adeus.
Movimentar os pulsos, como um limpador de pára-brisas.
Movimentar os pulsos para frente e para trás.
Abrir e fechar as mãos, ora com as palmas voltada para baixo, ora para cima.
Agarrar partes do próprio corpo (braço, dedos, coxa perna, tornozelo).
Agarrar saquinhos de areia, amassá-los, bater com as mãos e os dedos e jogá-los de uma mão para outra
Com a palma da mão sobre a mesa, levantar e abaixar cada dedo.
Separar e aproximar os dedos, como um leque (fazer em diversas posições).
Movimentar o polegar para frente e para trás.
Girar o polegar.
Girar cada um dos dedos separadamente.
Tocar, com o polegar da mesma mão a ponta de todos os dedos sucessivamente; fazer o exercício ora
com uma mão, ora com outra.
Com as palmas das mãos unidas, separar e aproximar os dedos de uma mão aos dedos da outra mão, sem separar as palmas.
Movimentar o indicador e o dedo médio no plano vertical, como se fossem um homem andando.
Movimentar o indicador e o dedo médio no plano horizontal, como uma tesoura.
Fazer movimentos de pinça com todos os dedos juntos.
Fazer movimentos de pinça com o indicador e o dedo médio.
Girar pequenas argolas com os dedos.
Com a ponta dos dedos, levantar alguns fios do próprio cabelo.
11. Coordenação visomotora
Sobrepor objetos: colocar os objetos uns sobre os outros (cubos de madeira etc.).
Encaixar objetos: colocar, por exemplo, copos de papel de diferentes tamanhos um dentro do outro.
Fincar palitos sobre base de isopor.
Colocar pregadores de roupa em volta da borda de uma caixa de sapatos.
Perfurar retalhos de plástico com palitos.
Enfiar contas, macarrão ou canudinhos cortados, fazendo colares, pulseiras etc.
Picar e repicar papel, palitos, gravetos etc., com os dedos.
Cortar com tesoura: papel, barbante, diferentes fios e tecidos.
Alinhavar
12. Explorar sons e movimentos e acompanhar ritmos lentos e rápidos
Provocar sons com o próprio corpo: soprar, estalar a língua, estalar os dedos, bater os pés no chão, bater um pé no outro, bater palmas, bater as mãos no próprio corpo ou em objetos etc.
Provocar ruídos com materiais disponíveis no momento: lápis, caneta, caderno, giz, cadeira (batendo,
esfregando, puxando, arrastando etc.).
Manipular objetos que provocam ruídos, batendo, sacudindo, raspando, amassando, apertando. Utilizar objetos tais como: latinhas contendo pedrinhas ou grãos, reco-reco, língua-de-sogra, folha de papel etc.
Bater palmas ao som de uma canção; parar assim que ela termine.
Dançar e parar sucessivamente, seguindo um estímulo sonoro (músicas e cantos).
Variação: dançar seguindo ritmos lentos e rápidos.
Acompanhar estruturas rítmicas simples, movimentando as mãos e os dedos: batendo palmas; estalando os dedos.
O que é educação
Maria Auxiliadora Feitosa
Simone Helen Drumond de Carvalho
Em todas as esferas da vida do individuo a educação está presente. Ela existe em cada povo, ou entre povos que se encontram. A educação participa do processo de produção de crenças e idéias, de qualificações e especialidades que envolvem as trocas de símbolos, bens e poderes que, em conjunto, constroem tipos de sociedades. E esta é a sua força.
Em todos os lugares e no ensino de todos os saberes a educação é atuante. Assim não existe modelo de educação, a escola não é o único lugar onde ela ocorre e nem muito menos o professor é seu único agente. Existem inúmeras educações e cada uma atende a sociedade em que ocorre, pois é a forma de reprodução dos saberes que compõe uma cultura, portanto, a educação de uma sociedade tem identidade própria.
A educação é, como outras, uma fração do modo de vida dos grupos sociais que a criam e recriam, entre tantas outras invenções de sua cultura, em sua sociedade. Formas de educação que produzem e praticam, para que elas reproduzam, entre todos os que ensinam e aprendem, o saber atravessa as palavras da tribo, os códigos sociais de conduta, as regras do trabalho, os segredos da arte ou religião, do artesanato ou da tecnologia que qualquer povo precisa para reinventar, todos os dias, a vida do grupo e a de cada um de seus sujeitos, através de trocas sem fim com a natureza e entre os homens, trocas existem dentro do mundo social onde a própria educação habita, e desde onde ajuda a explicar – às vezes a ocultar, às vezes a inculcar – de geração a geração, a necessidade da existência de sua ordem.
O ponto fraco da educação formal e informal está nos seus agentes, pois, com consciência ou não, reproduzem ideologias que atendem a grupos isolados da sociedade. A educação reflete a sociedade em que ocorre, em sociedades tribais ela é comunitária e igualitária, já em nossa sociedade capitalista, é específica, isolada e desigual, trazendo conseqüências sérias para a população.
A gênese da Educação encontra-se na necessidade de dar respostas ao fracasso das promessas da tecnologia. Nos efeitos acumulativos do avanço das ciências, nos resultados das teorias psicopedagógicas e nos postulados filosóficos das correntes existencialistas, não apareceu o ser humano em sua integridade. Assim, a educação permanente é uma necessidade vital para todos, pois tem como objetivo reafirmar a primazia da pessoa humana, humanizar a tecnologia, desalienar o ser humano pluridimensional e autônomo.
A educação, como processo contínuo na vida humana, é um sistema e método eficaz para ensinar o ser humano a pensar em termos de humanidade, e sobretudo, descobrir-se como "pessoa". E evidente que a educação facilita a realização completa da pessoa, incita cada indivíduo a assumir os seus deveres e a executar exaustivamente as tarefas de cidadão, membro de uma família dotado de aspirações pessoais e sensibilidade artística, libertando-se e enquadrando-se nos dinamismos de uma ética social e profissional. Neste contexto temos de observar que a educação como ato permanente, deve residir na projeção do "saber-ser", e não radicalmente do "saber-fazer", o que implica numa evolução contínua de si próprio e numa mudança pessoal, quando necessário. Esta mudança levará não somente à modificação das relações do indivíduo consigo mesmo e com o meio. Para isto é necessário empenhar-se na obra de tomada de consciência individual e coletiva, pois a educação, neste sentido, defende a realização total do ser humano e sua ampla participação em todas as áreas e setores em que esteja envolvido.
Cabal a educação humana não é algo que fica limitado a etapas ou períodos. Ela estende-se pela vida toda. É uma dinâmica de aperfeiçoamento do ser humano como tal e total. É dentro desta dinâmica que podem existir períodos mais ou menos intensos, com etapas mais acentuadas ou não.
É importante frisar a educação mantém viva a consciência da intencionalidade e finalidade dos seres humanos, sendo por isso de suma importância que renovemos continuamente essa consciência e procuremos aprofundar o sentido de nossas vidas, especialmente revisando e atualizando, continuamente, o seu quadro enquanto um ser em contínuo processo de mudanças e transformações. A educação do ser humano vai se desenvolvendo continuamente e de maneiras diversas. Como exemplo disso poderíamos enumerar uma educação que se manifesta mais sistematicamente, ou até mesmo institucional; por outro lado, a permanente atualização dos valores humanos, conhecimentos e atitudes, seja do ponto de vista intelectual, social, moral, estético e espiritual.
O importante em tudo isso, é que o ser humano sempre busque renovar sua capacidade de analisar seu objetivo e destino, procurando adquirir meio e atitudes convenientes e necessárias para a manutenção adequada dos rumos de sua própria vida e existência.
O ensino formal é o momento em que a educação se sujeita à pedagogia (a teoria da educação), cria situações próprias para o seu exercício, produz os seus métodos, estabelece suas regras e tempos, e constitui executores especializados. É quando aparecem a escola, o aluno e o professor.
Em todos os cantos do mundo, primeiro a educação existe como um inventário amplo de relações interpessoais diretas no âmbito familiar, todo o saber que se transfere pela educação circula através de trocas interpessoais, de relação física e simbolicalicamente afetiva entre pessoas.
Ora, outra maneira de se compreender o que a educação é, ou poderia ser, procurar ver o que dizem sobre ela pessoas como legisladores, pedagogo, professores, estudantes e outros sujeitos um tanto mais tradicionalmente difíceis de entender, como filósofos e cientistas sociais.
Ação exercida pelas gerações adultas sobre as gerações jovens para adaptá-las a vida social; trabalho sistematizado, seletivo, orientador, pelo qual nos ajustamos à vida, de acordo com as necessidades ideais e propósitos dominantes; ato ou efeito de educar; aperfeiçoamento integral de desumanas, polidez e cortesia.
Ao pretender estabelecer os fins da educação no país, nossos legisladores, pelo menos em teoria, falam sobre o que deve determinar e controlar o trabalho pedagógico em todos os seus graus e modalidade. De certo modo falam a respeito de uma educação idealizada, ou falam da educação através de uma ideologia. Mas, do outro lado do palco, intelectuais, educadores e estudantes fazem e refazem todos os dias a crítica da prática da educação. Eles levantam questões e afirmam que, do ministério á escolinha, a educação nega no cotidiano o que afirma na lei.
DRUMOND, Simone Helen Drumond, O que é Educação. 2010. http://simonehelendrumond.blogspot.com
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Diversos modelos de chapeus de animais
Especialmente para vocês, queridas educadoras do Brasil e do MUNDO.
Modelinhos de chapeus de animais para atividades escolares.
Modelinhos de chapeus de animais para atividades escolares.
Apostila do maternal
Essa apostila do maternal é muito legal!
Beijos a todas as profesoras do MATERNAL!
Coleção Catavento
Oba! A coleção Catavento completa você pode encontrar clicando em...
Coleção planeta azul, o ar e o solo.
domingo, 30 de maio de 2010
Música - CINCO PATINHOS - Simone Helen Drumond de Carvalho
Interdisciplinaridade – cores, formas, números, letras, identidade, autonomia, movimento, música, artes, linguagem oral, linguagem escrita, natureza e sociedade.
Leia sobre todo o contexto desta aula com balões, em http://simonehelendrumond.ning.com/ Grupo SEMED da cidade de MANAUS/AM: Como com este simples balão é possível interdisciplinar tantos conteúdos?

Leia sobre todo o contexto desta aula com balões, em http://simonehelendrumond.ning.com/ Grupo SEMED da cidade de MANAUS/AM: Como com este simples balão é possível interdisciplinar tantos conteúdos?
Projeto Chega de Bullying de Simone Helen Drumond
Introdução
Todos os dias, em praticamente todas as escolas do mundo, muitos alunos sofrem algum tipo de agressão física ou moral por serem gordinhos, usarem óculos com lentes grossas ou simplesmente porque dedicam algumas horas a mais que os outros aos estudos Esse fenômeno, começou a ser observado nos anos 70, ainda não tem tradução para o nosso idioma, mas compreende todas as formas de atitudes agressivas, intencionais e repetidas que ocorrem sem motivação evidente.
O termo bullying tem origem na palavra inglesa bully, que significa valentão, brigão. Como verbo, quer dizer ameaçar, amedrontar, tiranizar, oprimir, intimidar, maltratar.
O primeiro a relacionar a palavra ao fenômeno foi Dan Olweus, professor da Universidade da Noruega. Ao pesquisar as tendências suicidas entre adolescentes, Olweus descobriu que a maioria desses jovens tinha sofrido algum tipo de ameaça e que, portanto, bullying era um mal a combater. Ainda não existe termo equivalente em português, mas alguns psicólogos e estudiosos do assunto o denominam “violência moral”, “vitimização” ou “maus tratos entre pares”, uma vez que se trata de um fenômeno de grupo em que a agressão acontece entre iguais – no caso, estudantes.
Como é um assunto examinado criteriosamente há pouco tempo, cada país ainda precisa encontrar um vocábulo ou uma expressão, em sua própria língua, que tenha esse significado tão amplo.
Este projeto pretende mostrar através do teatro, como situações simples podem se transformar no fio condutor de uma reflexão sincera sobre como essa prática prejudica o desenvolvimento psíquico de crianças e adolescentes, derruba a auto-estima dos adultos e pode até levar ao suicídio.
Objetivos.
As atividades deste projeto deverão possibilitar ao aluno:
• Articular respostas e oportunizar ações, após a compreensão a respeito do bullying.
• Articular meios para promoção de valores, dentro e fora da escola – apreciação, colaboração, entre outros –, propiciadores de um clima de solidariedade e de respeito mútuo.
• Redigir textos das produções teatrais adequados: ao gênero, ao objetivo do texto, ao destinatário, as convenções gráficas apropriadas ao gênero das convenções ortográficas.
• Mediar os saberes necessários para que os educandos possam compreender e a identificar comportamentos de violência entre a turma.
• Agir contra incidentes de violência física ou verbal entre alunos de modo consistente.
• Apoiar coesamente os estudantes da escola a lidar com a violência.
Para debater e explicar o foco do projeto.
A BRANCA DE NEVE E OS SETE ANÕES
Vocês lembram-se da história Branca de Neve e os Sete Anões? A história é um clássico da Literatura Infantil que encanta pela riqueza dos personagens e pelas emoções que desperta em quem ouve a vaidosa madrasta disposta a tudo para continuar a mais bela, a fala meiga e doce da boa Branca de Neve e ainda, a simplicidade e inocência dos Sete Anões.
A história chama atenção ainda, pela relação que podemos fazer com o que acontece hoje e há algum tempo na escola: a segregação pela diferença.
A mesma diferença que aparece com encanto na história, marcando singularmente cada anão e cada personagem e dando nome ao Atchim, o mais doentinho, alérgico, coitado! - ao Zangado, o mais brabo, ao Dengoso, o mais tímido e envergonhado, ao Soneca, o mais dorminhoco, ao feliz, o mais alegre, ao Mestre, o mais esperto e inteligente e ao Dunga, o que não fala, aparece na sala de aula como motivo para a prática de um tipo de violência conhecida como Bullying. E muitas crianças, porque são mais quietas, mais pobres, mais estudiosas, mais falantes, ou porque usam óculos ou porque têm alguma diferença física, sofrem com apelidos inconvenientes, perseguições, gozações que constrangem e à semelhança dos anões do conto "A Branca de Neve" são isolados dentro do espaço escolar a que também têm direito.
A apresentação da peça de teatro que iremos apresentar tem o desígnio de fazer-nos pensar neste contexto e nesta realidade que se instala na escola e diz respeito a todos enquanto pais, professores, funcionários e alunos.
Chame a atenção dos alunos para o fato de que o bullying, às vezes considerado normal por alguns, está longe de ser inocente. Apesar de configurar prática comum entre crianças e adolescentes de países diferentes e fazer parte do cotidiano escolar em todas as épocas, deve ser constantemente evitado e combatido. Ressalte que uma das maiores preocupações dos estudiosos do assunto são os efeitos psicológicos que as agressões podem produzir nas vítimas.
Discuta o significado etimológico da expressão bullying. Então, peça que todos pensem numa possível tradução da palavra para o nosso idioma, por meio dos roteiros que serão desenvolvidos para as dramatizações.
Atividades
1º aula – Data ...../....../.....
Aula de hipóteses
Pergunte quem já foi alvo de implicâncias e perseguições de colegas na escola?
Houve algum tipo de agressão física ou as ações que se deram mais no campo moral, com a escolha de apelidos politicamente incorretos?
Alguém em algum momento de explanação ou de dúvidas quanto assuntos escolares já percebeu risadinhas, empurrões, fofocas ou a propagação de termos pejorativos como lá vai o bola falar.
Ser chamado de o nerd para você é um elogio? Por quê?
Quem já recebeu mensagens difamatórias ou ameaçadoras no celular, no Orkut ou nos blogs pessoais?
Obs. Provavelmente muitos dirão que já testemunharam "brincadeirinhas" do gênero, mas dificilmente admitirão que já as promoveram.
Be-a-Bá do bullying
Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula
Adotar atitudes de respeito com o próximo. Perceber a importância de ter um bom convívio social, de conhecer valores e regras. A aula pretende esclarecer: O que significa bullying. De que maneiras o bullying pode acontecer na escola. Quais são as conseqüências de quem pratica e de quem sofre bullying na escola. Como colaborar com a escola para que este problema seja superado.
O que é:
Bullying é um conjunto de comportamentos agressivos, intencionais e repetitivos que são adotados por um ou mais alunos contra outros colegas, sem motivação evidente. Em princípio, pode parecer uma simples brincadeira, mas não deve ser visto desta forma. A agressão moral, verbal e até corporal sofrida pelos alunos provoca dor, angústia e sofrimento na vítima da "brincadeira", que pode entrar em depressão.
As principais formas de maus-tratos:
* Físico (bater, chutar, beliscar).
* Verbal (apelidar, xingar, zoar).
* Moral (difamar, caluniar, discriminar).
* Sexual (abusar, assediar, insinuar).
* Psicológico (intimidar, ameaçar, perseguir).
* Material (furtar, roubar, destroçar pertences).
* Virtual (zoar, discriminar, difamar, por meio da internet e celular).
* Sinais de que seu filho é vítima bullying
* Apresenta com freqüência desculpas para faltar às aulas ou indisposições como dores de cabeça, de estômago, diarréias, vômitos antes de ir à escola.
* Pede para mudar de sala ou de escola, sem apresentar motivos convincentes
* Apresenta desmotivação com os estudos, queda do rendimento escolar e dificuldades de concentração e aprendizagem.
* Volta da escola irritado ou triste, machucado, com as roupas ou materiais sujos ou danificados.
* Apresenta aspecto contrariado, deprimido, aflito, ou tem medo de voltar sozinho da escola.
* Possui dificuldades de relacionar-se com os colegas e fazer amizades.
* Vive isolado em seu mundo e não querer contato com outras pessoas que não façam parte da família.
Para casa – Dever informal - Propor que os alunos colham de pais, tios, colegas, avós e outras pessoas de diferentes faixas etárias sobre as dificuldades de relacionamento que experimentaram durante o tempo de escola. Quais eram os apelidos mais comuns naquela época? Alguém foi às “vias de fato” com os colegas que criavam e apontavam defeitos nos outros? Certamente a garotada vai identificar casos diversos de pessoas que sofreram intimidações e agressões no passado. É importante que os depoentes contem de forma franca o que viveram e expliquem como superaram suas dores,
2º aula – Data ...../....../.....
Os alunos devem debater sobre os depoimentos. O conjunto de narrativas dará a cada um a oportunidade de se identificar com os entrevistados e também de se colocar no lugar de quem é perseguido, achacado, discriminado, humilhado e ridicularizado ainda hoje. Depois peça que, divididos em pequenos grupos, os adolescentes aprofundem a questão e elaborem uma lista de ações para evitar o bullying na escola. As sugestões de cada equipe serão organizadas e apresentadas por meio de faixas que serão expostas nos dias das apresentações teatrais. Por fim, oriente a execução de textos dissertativos (roteiros teatrais) sobre o fenômeno. Com a ajuda da professora de Língua Portuguesa Silvia Drumond de Carvalho, as redações constarão como textos para o portfólio e serão avaliadas conforme a qualidade da argumentação e o nível de informação, enriquecendo assim, o contexto do trabalho.
3º aula – Data ...../....../.....
1º momento - Dinâmica dos VALORES PESSOAIS de cada um.
Respeito, responsabilidade, solidariedade, amizade, paz, justiça, amor, fraternidade - Cada aluno recebe uma das frases para comentar e exemplificar com o intuito de repensar e retomar suas atitudes e perceber que pequenas atitudes fazem a diferença.
2º momento – Ensaio dos roteiros
4º aula – Data ...../....../.....
1º momento – Ensaio dos roteiros, verificação das vestimentas e cenários.
5º aula – Data ...../....../.....
1º momento – Ensaio dos roteiros, verificação das vestimentas e cenários.
6º aula – Data ...../....../.....
Cada turma está dividida em três grupos (três apresentações) sobre o tema.
APRESENTAÇÃO DOS ROTEIROS
Dia 22/06/2010 – 9º e 8º Anos
Dia 23/06/2010 – 7º Ano
Local: Auditório
Possibilidades:
1. Dia...../..../...... Palestra da aluna Camila do 8º Ano.
2. Dia...../..../...... Palestra da Psicóloga Nelma.
Avaliação ( critérios norteadores para a avaliação):
• Participação nas discussões e reflexões a partir das questões norteadoras (oralidade);
• Capricho, criatividade e ligação com os conceitos trabalhos durante a aula para elaboração do roteiro teatral, que poderá ser descritivo ou narrativo (uma situação real ou fictícia);
• Trabalho colaborativo na criação das frases para as faixas, sugestão de idéias, criatividade e integração com o grupo;
• Participação efetiva na dramatização.
Obs. Este teatro não será avaliativo. Neste 2º trimestre haverá duas avaliações de Arte valendo 10 pontos cada.
Todos os dias, em praticamente todas as escolas do mundo, muitos alunos sofrem algum tipo de agressão física ou moral por serem gordinhos, usarem óculos com lentes grossas ou simplesmente porque dedicam algumas horas a mais que os outros aos estudos Esse fenômeno, começou a ser observado nos anos 70, ainda não tem tradução para o nosso idioma, mas compreende todas as formas de atitudes agressivas, intencionais e repetidas que ocorrem sem motivação evidente.
O termo bullying tem origem na palavra inglesa bully, que significa valentão, brigão. Como verbo, quer dizer ameaçar, amedrontar, tiranizar, oprimir, intimidar, maltratar.
O primeiro a relacionar a palavra ao fenômeno foi Dan Olweus, professor da Universidade da Noruega. Ao pesquisar as tendências suicidas entre adolescentes, Olweus descobriu que a maioria desses jovens tinha sofrido algum tipo de ameaça e que, portanto, bullying era um mal a combater. Ainda não existe termo equivalente em português, mas alguns psicólogos e estudiosos do assunto o denominam “violência moral”, “vitimização” ou “maus tratos entre pares”, uma vez que se trata de um fenômeno de grupo em que a agressão acontece entre iguais – no caso, estudantes.
Como é um assunto examinado criteriosamente há pouco tempo, cada país ainda precisa encontrar um vocábulo ou uma expressão, em sua própria língua, que tenha esse significado tão amplo.
Este projeto pretende mostrar através do teatro, como situações simples podem se transformar no fio condutor de uma reflexão sincera sobre como essa prática prejudica o desenvolvimento psíquico de crianças e adolescentes, derruba a auto-estima dos adultos e pode até levar ao suicídio.
Objetivos.
As atividades deste projeto deverão possibilitar ao aluno:
• Articular respostas e oportunizar ações, após a compreensão a respeito do bullying.
• Articular meios para promoção de valores, dentro e fora da escola – apreciação, colaboração, entre outros –, propiciadores de um clima de solidariedade e de respeito mútuo.
• Redigir textos das produções teatrais adequados: ao gênero, ao objetivo do texto, ao destinatário, as convenções gráficas apropriadas ao gênero das convenções ortográficas.
• Mediar os saberes necessários para que os educandos possam compreender e a identificar comportamentos de violência entre a turma.
• Agir contra incidentes de violência física ou verbal entre alunos de modo consistente.
• Apoiar coesamente os estudantes da escola a lidar com a violência.
Para debater e explicar o foco do projeto.
A BRANCA DE NEVE E OS SETE ANÕES
Vocês lembram-se da história Branca de Neve e os Sete Anões? A história é um clássico da Literatura Infantil que encanta pela riqueza dos personagens e pelas emoções que desperta em quem ouve a vaidosa madrasta disposta a tudo para continuar a mais bela, a fala meiga e doce da boa Branca de Neve e ainda, a simplicidade e inocência dos Sete Anões.
A história chama atenção ainda, pela relação que podemos fazer com o que acontece hoje e há algum tempo na escola: a segregação pela diferença.
A mesma diferença que aparece com encanto na história, marcando singularmente cada anão e cada personagem e dando nome ao Atchim, o mais doentinho, alérgico, coitado! - ao Zangado, o mais brabo, ao Dengoso, o mais tímido e envergonhado, ao Soneca, o mais dorminhoco, ao feliz, o mais alegre, ao Mestre, o mais esperto e inteligente e ao Dunga, o que não fala, aparece na sala de aula como motivo para a prática de um tipo de violência conhecida como Bullying. E muitas crianças, porque são mais quietas, mais pobres, mais estudiosas, mais falantes, ou porque usam óculos ou porque têm alguma diferença física, sofrem com apelidos inconvenientes, perseguições, gozações que constrangem e à semelhança dos anões do conto "A Branca de Neve" são isolados dentro do espaço escolar a que também têm direito.
A apresentação da peça de teatro que iremos apresentar tem o desígnio de fazer-nos pensar neste contexto e nesta realidade que se instala na escola e diz respeito a todos enquanto pais, professores, funcionários e alunos.
Chame a atenção dos alunos para o fato de que o bullying, às vezes considerado normal por alguns, está longe de ser inocente. Apesar de configurar prática comum entre crianças e adolescentes de países diferentes e fazer parte do cotidiano escolar em todas as épocas, deve ser constantemente evitado e combatido. Ressalte que uma das maiores preocupações dos estudiosos do assunto são os efeitos psicológicos que as agressões podem produzir nas vítimas.
Discuta o significado etimológico da expressão bullying. Então, peça que todos pensem numa possível tradução da palavra para o nosso idioma, por meio dos roteiros que serão desenvolvidos para as dramatizações.
Atividades
1º aula – Data ...../....../.....
Aula de hipóteses
Pergunte quem já foi alvo de implicâncias e perseguições de colegas na escola?
Houve algum tipo de agressão física ou as ações que se deram mais no campo moral, com a escolha de apelidos politicamente incorretos?
Alguém em algum momento de explanação ou de dúvidas quanto assuntos escolares já percebeu risadinhas, empurrões, fofocas ou a propagação de termos pejorativos como lá vai o bola falar.
Ser chamado de o nerd para você é um elogio? Por quê?
Quem já recebeu mensagens difamatórias ou ameaçadoras no celular, no Orkut ou nos blogs pessoais?
Obs. Provavelmente muitos dirão que já testemunharam "brincadeirinhas" do gênero, mas dificilmente admitirão que já as promoveram.
Be-a-Bá do bullying
Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula
Adotar atitudes de respeito com o próximo. Perceber a importância de ter um bom convívio social, de conhecer valores e regras. A aula pretende esclarecer: O que significa bullying. De que maneiras o bullying pode acontecer na escola. Quais são as conseqüências de quem pratica e de quem sofre bullying na escola. Como colaborar com a escola para que este problema seja superado.
O que é:
Bullying é um conjunto de comportamentos agressivos, intencionais e repetitivos que são adotados por um ou mais alunos contra outros colegas, sem motivação evidente. Em princípio, pode parecer uma simples brincadeira, mas não deve ser visto desta forma. A agressão moral, verbal e até corporal sofrida pelos alunos provoca dor, angústia e sofrimento na vítima da "brincadeira", que pode entrar em depressão.
As principais formas de maus-tratos:
* Físico (bater, chutar, beliscar).
* Verbal (apelidar, xingar, zoar).
* Moral (difamar, caluniar, discriminar).
* Sexual (abusar, assediar, insinuar).
* Psicológico (intimidar, ameaçar, perseguir).
* Material (furtar, roubar, destroçar pertences).
* Virtual (zoar, discriminar, difamar, por meio da internet e celular).
* Sinais de que seu filho é vítima bullying
* Apresenta com freqüência desculpas para faltar às aulas ou indisposições como dores de cabeça, de estômago, diarréias, vômitos antes de ir à escola.
* Pede para mudar de sala ou de escola, sem apresentar motivos convincentes
* Apresenta desmotivação com os estudos, queda do rendimento escolar e dificuldades de concentração e aprendizagem.
* Volta da escola irritado ou triste, machucado, com as roupas ou materiais sujos ou danificados.
* Apresenta aspecto contrariado, deprimido, aflito, ou tem medo de voltar sozinho da escola.
* Possui dificuldades de relacionar-se com os colegas e fazer amizades.
* Vive isolado em seu mundo e não querer contato com outras pessoas que não façam parte da família.
Para casa – Dever informal - Propor que os alunos colham de pais, tios, colegas, avós e outras pessoas de diferentes faixas etárias sobre as dificuldades de relacionamento que experimentaram durante o tempo de escola. Quais eram os apelidos mais comuns naquela época? Alguém foi às “vias de fato” com os colegas que criavam e apontavam defeitos nos outros? Certamente a garotada vai identificar casos diversos de pessoas que sofreram intimidações e agressões no passado. É importante que os depoentes contem de forma franca o que viveram e expliquem como superaram suas dores,
2º aula – Data ...../....../.....
Os alunos devem debater sobre os depoimentos. O conjunto de narrativas dará a cada um a oportunidade de se identificar com os entrevistados e também de se colocar no lugar de quem é perseguido, achacado, discriminado, humilhado e ridicularizado ainda hoje. Depois peça que, divididos em pequenos grupos, os adolescentes aprofundem a questão e elaborem uma lista de ações para evitar o bullying na escola. As sugestões de cada equipe serão organizadas e apresentadas por meio de faixas que serão expostas nos dias das apresentações teatrais. Por fim, oriente a execução de textos dissertativos (roteiros teatrais) sobre o fenômeno. Com a ajuda da professora de Língua Portuguesa Silvia Drumond de Carvalho, as redações constarão como textos para o portfólio e serão avaliadas conforme a qualidade da argumentação e o nível de informação, enriquecendo assim, o contexto do trabalho.
3º aula – Data ...../....../.....
1º momento - Dinâmica dos VALORES PESSOAIS de cada um.
Respeito, responsabilidade, solidariedade, amizade, paz, justiça, amor, fraternidade - Cada aluno recebe uma das frases para comentar e exemplificar com o intuito de repensar e retomar suas atitudes e perceber que pequenas atitudes fazem a diferença.
2º momento – Ensaio dos roteiros
4º aula – Data ...../....../.....
1º momento – Ensaio dos roteiros, verificação das vestimentas e cenários.
5º aula – Data ...../....../.....
1º momento – Ensaio dos roteiros, verificação das vestimentas e cenários.
6º aula – Data ...../....../.....
Cada turma está dividida em três grupos (três apresentações) sobre o tema.
APRESENTAÇÃO DOS ROTEIROS
Dia 22/06/2010 – 9º e 8º Anos
Dia 23/06/2010 – 7º Ano
Local: Auditório
Possibilidades:
1. Dia...../..../...... Palestra da aluna Camila do 8º Ano.
2. Dia...../..../...... Palestra da Psicóloga Nelma.
Avaliação ( critérios norteadores para a avaliação):
• Participação nas discussões e reflexões a partir das questões norteadoras (oralidade);
• Capricho, criatividade e ligação com os conceitos trabalhos durante a aula para elaboração do roteiro teatral, que poderá ser descritivo ou narrativo (uma situação real ou fictícia);
• Trabalho colaborativo na criação das frases para as faixas, sugestão de idéias, criatividade e integração com o grupo;
• Participação efetiva na dramatização.
Obs. Este teatro não será avaliativo. Neste 2º trimestre haverá duas avaliações de Arte valendo 10 pontos cada.
sábado, 22 de maio de 2010
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