Sejam Bem Vindos!

Inspirado nos blogs educacionais existentes na NET, este é dedicado a educação. Nele é possível encontrar atividades, avaliações, textos pedagógicos de todos os niveis, planejamentos, livros, slides, dicas de filmes, músicas e todo contexto educacional que é desenvolvido no Ensino Infantil, Ensino Fundamental I e II, Ensino Médio e nos cursos de Pedagógia.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

O processo de Ensino-Aprendizagem: Uma Tarefa da Escola e da Família.



Texto de Simone Helen Drumond de Carcalho

Numa educação centralizada na formação do caráter moral das pessoas, é evidente que a família desempenha um papel muito importante, os pais são os principais responsáveis pela educação dos seus filhos. Como linhas paralelas, a família e a escola devem andar juntas.

A escola unindo-se a instituição familiar exerce o seu papel na formação desses indivíduos, oferecendo com mais qualidade seu trabalho pedagógico. A família por sua vez é um conjunto de pessoas que se unem pelo desejo de estarem juntas, de se complementarem. Por tanto as duas são uma via de mão dupla que buscam formar pessoas para a vida.

O acesso à educação formal e informal são tarefas das duas, que trabalhando juntas poderão ter mais sucesso. No momento em que as duas andarem juntas, muito dos problemas enfrentados pela escola poderão ser superados.

Para isso é necessário que os pais participem do cotidiano escolar de seus filhos, os mesmo tenham comprometimento com a escola gerando assim no educando a certeza de que estão sendo amparados. Dessa maneira o educando passa a valorizar cada vez mais a escola e o seu professor, pois sabe que é importante para seus pais seu sucesso educacional. A escola por sua vez necessita do amparo da família, para reunir os pais de seus alunos, estimulando e aproveitando as iniciativas dos pais em favor da educação.

A escola reconheceu que necessita da ajuda e compreensão dos pais para a difícil tarefa de educar, e os pais estão cada vez mais tentando participar da melhor maneira possível. A escola de hoje procura conquistar o apoio da comunidade, considerando sua atuação uma manobra que só traz benefícios. Ao mesmo tempo a família deve mudar a imagem que possui de escola, apenas um ambiente formal, onde deixam os filhos e voltam mais tarde para buscá-los. Assim, como a escola mudou, os pais necessitam mudar também, procurando conhecer melhor os seus colaboradores, os professores, os outros pais e assim ajudar na tarefa de busca por melhores condições para o ensino.

As reuniões de pais realizadas apenas para falar da nota e do comportamento pode ser uma das diversas maneiras que a escola pode usar para pedir a colaboração dos pais na tarefa de ensinar. Muitos pais têm receio de ajudar os filhos nos deveres de casa por não terem tido acesso à escola em idade adequada e hoje ficam envergonhados e preferem não ajudar, esquecendo-se que todo conhecimento é valido.

A partir do momento que o educando perceber que os pais têm interesse em suas atividades escolares os mesmos buscaram recursos para melhorar essa interação entre pais e filhos. É muito importante para a escola um trabalho inovador, a instituição não deve se contentar com os projetos iguais realizados ano após ano, as mesmas práticas sem objetivos nenhum apenas para formalizar ou complementar a grade curricular devem ser banidas da escola.

O aperfeiçoamento em seus métodos e projetos são uma das maneiras de resgatar os alunos para o interesse em conhecer outras maneiras de realizações. Algumas escolas e professores realizam anualmente projetos repetidos e cansativos apenas por obrigatoriedade, esquecendo-se que seus objetivos são educacionais. Os pais por notarem essa falta de comprometimento das escolas com relação ao seu próprio trabalho pedagógico acabam desvalorizando o mesmo e não incentivam os filhos a participarem.

Projetos, excursões, eventos devem ser bem vindos pela família e realizados com dedicação por parte das escolas, os mesmos tem propósitos de incentivar a educação e a cultura, proporcionando aos educandos momentos prazerosos de aprendizagem. Dessa maneira torna-se mais valorizado o trabalho da escola, do corpo do docente, da gestão e dos pais.

O Professor Diante Das Novas Instituições Familiares


Texto de Simone Helen Drumond de Carvalho


Segundo Prado (1982, p.7) “família no sentido popular e nos dicionários, significa pessoas aparentadas que vivem em geral na mesma casa, particularmente o pai, a mãe e os filhos”. Esse é o modelo nuclear de família conjugal já apresentada por volta do século XVII, modelo esse que tinha como pai o responsável pela obrigação de garantir o sustento e a mãe de cuidar e educar os filhos.

Com a mudança na realidade social e o crescimento da população, apresentaram-se outros modelos de família. E a mulher, que antes cuidava apenas dos filhos, hoje exerce papel igual ou superior ao de seu marido. Hoje elas são livres e sustentam seus filhos. Conquistaram o seu espaço na sociedade, adquirindo liberdade e autonomia, trabalham muito e nem sempre podem estar presentes nas reuniões ou eventos realizados pela escola.

Há algum tempo atrás, muitos casamentos eram realizados pelas famílias, os noivos geralmente se conheciam no dia da união. Ou o pai como chefe da família apresentava o futuro noivo de sua filha sem se quer perguntar se ela gostaria de se unir a ele, com o noivo não era diferente.

Hoje o mundo mudou os pais não escolhem mais o casamento dos filhos, mas ainda existem famílias que são heranças do passado, indivíduos machistas e pais que não aceitam o divórcio. Com tudo isso, as escolas tiveram que se adaptar ao novo modelo de instituição familiar, e as histórias dessas mães, pais, avós, tias e irmãos são surpreendentes.

Prado (1982, p. 8) ainda diz que “apesar de todos os seus momentos de crise e evolução, as famílias manifestam até hoje uma grande capacidade de sobrevivência e também de adaptação”. Essa adaptação vem sendo presenciada por toda a sociedade e principalmente pela escola, já que e ela que irá receber os filhos dessa nova família, e o professor por sua vez terá de se adaptar da melhor maneira possível para que consiga exercer o seu papel na vida dessa criança.

Infelizmente algumas vezes o professor não sabe a quem recorrer na hora de chamar algum responsável por seu aluno, este que por sua vez não tem mãe ou pai, ou tem apenas um dos dois ou vive com padrasto, madrasta ou com avós.

Na realidade existem vários modelos de instituições familiares e geralmente essas crianças acabam por viver com algum parente de sangue. A natureza dessa problemática e que são vários fatores que levaram essa família a se desintegrar, questões sociais e de sentimentos são os elementos chave para essa separação.

O importante é que essa criança tenha alguém como espelho, que sirva como modelo de boa conduta e caráter, sendo que o professor pode e deve ajudar quando se deparar com situações parecidas.

Nessa visão o professor deve procurar conhecer melhor a família de seus alunos, principalmente daqueles alunos que apresentam o maior grau de dificuldade e de indisciplina. Conhecendo a estrutura familiar dos alunos fica mais fácil de lidar com certas situações presenciadas por ele e pela escola dentro do ambiente escolar.

O educador juntamente com a escola pode trabalhar em conjunto com o objetivo de resgatar esses pais ou responsáveis por essa criança, melhorando sua auto-estima e motivando os a buscar melhores condições para o educando.

O objetivo do educador é desenvolver um trabalho transformador, educar para um mundo melhor, não apenas melhorar o comportamento do aluno. Procurando conhecer o ambiente e as pessoas que convivem com seus alunos, seus valores, projetos e desejos, poderá exercer sua função com sucesso.

Aranha (1996, p.153) diz que “o professor é um profissional e como tal, além de uma boa formação, deve buscar garantir condições mínimas para um exercer um bom trabalho”. Quando ressaltamos em buscar condições mínimas para um bom trabalho, estamos falando também de uma busca constante em melhorar a qualidade e o desempenho de seu aluno através do contato com pais.

Da família vêem a formação básica sólida para o individuo, ela é responsável pelas primeiras vivências afetivas, éticas, culturais, e esse indivíduo será o fruto dessa formação. Uma família em crise emocional e econômica pode gerar e transformar uma criança em um ser sem limites, inseguro e angustiado.

O educador entrando em contato direto com essa família pode-se aplicar um trabalho pedagógico informal, buscando transmitir para ela a capacidade de melhorar a sua visão de mundo. Desse modo, o educador pode ajudar seu aluno que está com dificuldade de aprendizagem e conduta a descobrir um novo caminho a ser seguido juntamente com sua família.

Referências
 
PRADO, Danda. O que é família?. São Paulo: Brasiliense. 2. ed, 1982.
 
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. Filosofia da Educação. São Paulo: Moderna 1996.

Atraindo os Pais Para a Escola


                                                                                         Texto de Simone Helen Drumond de Carvalho

Segundo Spoden e Saracho (1998, p. 167) as relações entre as escolas e os pais são variadas assim como o tipo de escolas existentes e as comunidades que elas atendem. Dessa maneira o envolvimento dos pais com a instituição escolar deve ser visto amplamente, como uma gama de alternativas onde a escola e a família podem analisar e descobrir a mais adequada e necessária.

A participação dos pais denota um processo através do qual eles são postos em contato com a equipe responsável por atender os pais com o propósito de fazer intervenções pedagógicas e atividades que envolvam as crianças para facilitar o desenvolvimento do educando. A troca e compartilhamento de informações são meios que podem ser usados para a aproximação entre os pais e a equipe para a construção de laços de camaradagem e conhecimento mútuo. Spoden e Saracho (1998, p.167.) afirmam que o envolvimento dos pais na educação das crianças tem uma justificativa pedagógica e moral, legal. Quando os pais iniciam uma parceria com a escola, o trabalho com as crianças pode ir além da sala de aula, e a aprendizagem na escola e em casa possa se complementar mutuamente.

A interação entre pais e educadores torna-se positivo ao desenvolvimento cognitivo, social, moral dessa criança. O apoio emocional, social e pessoal poderá construir um sistema de cooperação entre a família, equipe escolar e aluno criando uma rede de apoio a qual os pais podem recorrer quando necessitarem de estímulo, motivação, compreensão e principalmente orientação.

Quando as duas instituições reconhecem que ambas são de suma importância para a realização do trabalho pedagógico, tudo caminha melhor, aprendizagem acontece sem traumas. A direção escolar pode criar um meio para os pais e a equipe trabalharem de mãos dadas em direção às mesmas metas.

Sabemos que há uma confusão de papéis com relação às obrigações da escola e da família, culpa da vida profissional atribulada pelos pais que estão distantes e muitas vezes cobrando por resultados que a escola não pode oferecer sozinha. Por outro lado há uma falta de comunicação e habilidade por parte da escola e do professor em promover essa integração.

Outro problema e que muitas instituições não informam os pais sobre o trabalho realizado por ela, sua proposta pedagógica, isso dificulta muito para que os mesmos passem a valorizar o objetivo da escola.

Há também problemas com a clientela da escola onde a criança está inserida, a maioria em comunidades carentes com baixo nível cultural e social devido às condições subumanas que vivem. Conflitos são características das relações entre as escolas e a famílias de comunidades carentes, por serem compostas por pessoas que freqüentaram por pouco tempo a escola ou nunca foram. Estes conflitos são vistos como uma resposta à escola enquanto veículo de opressão ou como uma expressão de liberdade e interação. As escolas devem procurar maneiras de transcender os conflitos existentes ou usá-los como forma para beneficiar as crianças.

Esse é um dos fatores que mais contribuem para o baixo rendimento escolar e social do aluno, pois geralmente essas famílias não tiveram oportunidade de vivenciar e se integrar dentro de uma escola. Dessa maneira, essas famílias não valorizam a educação como realmente deveriam e não procuram a escola nas reuniões para saber do rendimento dos filhos.

A interação entre a família e a escola não deveria de forma alguma ser reduzida apenas a reuniões formais bimestrais ou contatos rápidos no decorrer da semana ou do mês. Ocorrendo regularmente em momentos simultâneos nos qual a família pudesse realmente participar do cotidiano da escola, sem que ela se intrometa nos assuntos que não fazem parte de seu envolvimento.



(BASSEADAS 1999, p 283) Escola e Família, ambas as partes ajudam nas funções educativas e buscam a socialização, promoção das capacidades cognitivas, motoras, equilíbrio pessoal, relação interpessoal e inserção social. Compartilham do bem estar físico e psíquico, não perdendo de vista que ambos têm a responsabilidade de apoiar o que é feito no outro contexto e favorecer desenvolvimento da criança.

É imprescindível que os pais estejam sempre em contato com a vivência escolar dos seus filhos, essa integração dente a enriquecer e facilitar e desempenho da criança não só na escola, mas também na sociedade. Uma alternativa que pode ser adotada pelo professor em contato direto com os pais é de investigar e conhecer como é o seu comportamento em casa para melhorar seu desempenho em sala de aula. São várias as maneiras que a escola pode encontrar para conscientizar os pais sobre a importância da sua participação no ambiente educativo.

Uma sugestão da presente pesquisa é de que a escola promovesse pelo menos uma vez a cada dois meses uma reunião não formal com o objetivo de resgatar esses pais, principalmente os que nunca participam de nenhuma reunião da escola. Desse modo, os professes capacitados para tratar do assunto falaria de uma forma clara e aberta a esses pais, uma maneira de conscientizar os mesmo sobre o problema. Ficando claro de que cada instituição tem o seu papel, a família a mais importante e a escola complementa com os conteúdos formais da grade curricular.

Essa parceria consiste em família e escola caminharem juntas sendo que cada uma das partes deve ser preservada em suas próprias características. Por tanto, para que fique clara a importância da família no convívio escolar dos filhos, o Ministério da Educação criou no ano de 2001 “O Dia Nacional da Família na Escola”, fundado com a intenção de conscientizar pais, educadores e a sociedade em geral sobre a importância da união entre as duas instituições.

A família desempenha um papel importante na formação do indivíduo, pois permite e possibilita a constituição de sua essencialidade. É nela que o homem concebe suas raízes e torna-se um ser capaz de elaboração alargador de competências próprias. A escola tem um grande papel e potencial para reunir pessoas. Tal participação pode fazer a diferença e transformar de fato o aluno na prioridade da escola.

Acreditamos que reunir pessoas dentro de fora da escola, para conversar sobre a tarefa educativa, é saudável e traz novas idéias para o grupo. Isto nem sempre é fácil se o trabalho em equipe e a discussão conjunta não são habituais na escola, mas é preciso fazê-la.

Referências
 
BASSEADAS, Eulália; Et al. Aprender e ensinar na educação infantil. Porto alegre: Artes Médicas, 1999.
 
SPODEN, Bernard; SARACHO, Olívia N. Ensinando crianças de 3 a 8 anos. Porto Alegre: Artmed, 1998.
 

Meio Ambiente: preservação da água.

INTRODUÇÃO


A compreensão sobre a importância das relações entre os vários fatores ambientais e principalmente com a água e seu equilíbrio para a manutenção da vida permite que o aluno atue de maneira responsável com o ambiente e com seu próprio organismo, adquirindo hábitos que favoreçam uma vida saudável.

De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais, “(...) a educação para a saúde só será efetivamente contemplada se puder mobilizar as necessárias mudanças na busca de uma vida saudável.

Para “isso, os valores e aquisição de hábitos e atitudes constituem as dimensões mais importantes.” (Brasil, 1997, p.98).

Consideramos saúde não apenas um antagonismo à doença, como também um conjunto de fatores que mantém o bem estar do organismo, tais como: ambiente equilibrado, hábitos alimentares, de higiene, de lazer e comportamentais que estão em constante interação. Portanto, é importante trabalhar e reforçar os hábitos que favoreçam a saúde em todos os momentos da vida escolar.



OBJETIVO GERAL

Compreender que a água é fonte de vida natural e que sem ela não haveria vida em nosso planeta.



JUSTIFICATIVA

Através da educação é que as pessoas saberão se comportar e agir de forma coerente em todo e qualquer ambiente em que ela estiver inserida, principalmente em todo contexto em que a água esteja presente.

O plano de aula tem a finalidade de orientar os educandos quanto aos seus hábitos em relação ao meio ambiente, e as questões que permeiam a água de nosso planeta.

No momento atual, onde as questões ambientais estão presentes nos noticiários, o assunto chegou às escolas e é fator primordial abrir discussões entre os alunos. Diante do quadro preocupante com o Meio Ambiente e a água do planeta, as crianças, questionaram situações que eles estão presenciando no seu cotidiano, como por exemplos: o calorão em Manaus, as enchentes que atingiram suas próprias casas, o lixo nas ruas que é levado para os bueiros e até mesmo as questões do desperdício da água na escola.

O respeito ao meio ambiente e com a água vai além do controle dos impactos ambientais. É preciso formar cidadãos ecologicamente conscientes para que ocorra uma integração entre o conhecimento e a emoção, despertando uma reflexão e mudança de conceitos e atitudes.



SENSIBILIZAÇÃO: Por meio de imagens, cartazes e das questões norteadoras, levar os educandos a participarem das decisões para melhorar a qualidade do Meio natural, social e cultural que envolva o contexto da água na cidade, no bairro, na escola e na casa dos alunos.



DESCOBERTAS:

• O que é água?

• O que é preservação?

• O que acontecerá com a água, se não a preservamos?

• O que é planeta água?

• O que são as calotas polares?

• Por que a água doce é muito rara?

• Como podemos economizar água?

• O que é água potável?

Língua Portuguesa

Conteúdos:

• Leitura do texto: Poluição das águas, uma ingratidão.

• Interpretação



Objetivos:

• Compreender a essência do texto: Poluição das águas, uma ingratidão.

• Analisar o sentido da preservação das águas.

• Reconhecer as palavras chaves no texto

• Produzir breve texto.



Atividades:

• Exploração do vocabulário oral;

• Destaque das palavras-chave;

• Reconstrução do código lingüístico;

• Produção, leitura e interpretação de textos e suas funções;

• Textos instrucionais, informativos, narrativos.

• Reescrita coletiva de textos;



Matemática

Conteúdos:

• Medidas de peso


Objetivos:

• Registrar a quantidade de lixo jogado em rios ou igarapés freqüentados pelos alunos.


Atividades:

• Observar os locais poluídos.

• Coletar o lixo que estiver na beira dos rios ou igarapés.

• Pesar o lixo coletado pelos alunos.

• Anotar a quantidade de lixo recolhido por todos.





Geografia

Conteúdos:

• Localização


Objetivos:

• Localizar os rios e igarapés mais poluídos da nossa cidade.


Atividades:

• Conversa informal com os educando acerca do contexto da água na escola, no bairro, em suas casas, nos rios e igarapés.

• Atividades de produção textual, através de grafismo colorido, com a temática: a água.



História

Conteúdos:

• A poluição das águas na nossa cidade.


Objetivos:

• Conhecer a história dos animais que morrem devido a poluição dos rios e mares.

Atividades:

• Pesquisa

• Desenho

• Recorte

• Colagem



Ciências

Conteúdos:
• Preservação da água

Objetivos:

• Incentivar o respeito e o cuidado com meio ambiente: preservar a água

• Compreender as diferença da vida na água: nos dias de hoje e antigamente

nos rios e igarapés de Manaus, por meio dos recursos naturais.

• Aprender que as pessoas são responsáveis pela preservação da vida na água, assim como em todo seu contexto no meio ambiente.

Atividades:

• Cantar músicas sobre a preservação da água.

• Conversar de forma séria sobre a preservação da água.



Ensino Religioso

Conteúdos:

• Valores: respeito


Objetivos:

• Valorizar a água em respeito a Deus e a vida.


Atividades:

• Conversa informal sobre o valor da água para a vida dos seres.



Ensino das Artes

Conteúdos:

• Materiais recicláveis


Objetivos:

• Produzir brinquedos com materiais recicláveis recolhidos na água.


Atividades:

• Produção de brinquedos com materiais recicláveis.



Educação Física

Conteúdo:

• Saúde


Objetivo:

• Praticar esportes em ambientes limpos e arejados.


Atividades:

• Caminhar em círculo trabalhando a respiração e logo depois correr por um curto período.



quarta-feira, 17 de março de 2010