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domingo, 4 de setembro de 2011

ATIVIDADES PARA O ALUNO COM DISLEXIA

ATIVIDADES PARA O ALUNO COM DISLEXIA



Métodos de Alfabetização e a Dislexia
Maria Angela Nogueira Nico
Fonoaudióloga e Psicopedagoga Clínica; Diretora e Coordenadora Técnica e Científica da ABD

Falar-Ouvir-Ler-Escrever, são atividades da linguagem.
Falar e Ouvir, são atividades com fundamentos biológicos.

A criança aprende a usar a linguagem falada com velocidade incrível e isto depende de:

- meio ambiente

- trato vocal

- organização do cérebro

- sensibilidade perceptual para falar os sons

Ela adquire a linguagem escrita em parte Inventada e em parte Descoberta.

Inventada porque criou-se símbolos visuais (grafemas = letras) para representar elementos da linguagem.

Descoberta, porque esses elementos serão reconhecidos na linguagem falada (relação grafema / fonemas = sons das letras).

Ler não depende somente da capacidade de segmentação fonêmica (reconhecer sons e símbolos). Ela é necessária, mas não é sufuciente para formar um bom leitor. A criança precisa descobrir que uma palavra é composta por sons significantes e aprender também a identificá-los. Mas principalmente, para se adquirir a habilidade da leitura e escrita, é necessário que haja a automatização desta função, além da capacidade de síntese (interpretação).

Esta habilidade não se desenvolve naturalmente nem maturacionalmente, o aprendizado se incumbirá desta tarefa.

No entanto, há um número de crianças, bastante representativo, com dificuldade para aquisição e/ou automação do aprendizado da leitura e escrita. Entre as diversas causas possíveis dessa dificuldade está a dislexia. A dislexia, uma dificuldade acentuada na leitura e na escrita, atinge de 10 % a 15% da população mundial. Ainda não é reconhecida e muitas vezes não é aceita por professores. Crianças com 6 ou 7 anos de idade que apresentam inteligência normal (geralmente acima da média ), mas tem uma dificuldade atípica de aprender a ler, escrever e soletrar podem ser disléxicas.

A leitura lenta, trabalhosa e individual de palavras impede a habilidade da criança, adolescente ou adulto de compreender o que leu ou escreveu, mesmo que sua capacidade de compreensão da língua falada seja adequada. Há muita dificuldade também em transformar a soletração em som. Deficiências no processo fonológico, que são fortes indicadores de que haverá dificuldade na leitura e escrita, podem ser identificados no jardim da infância ou na 1a série.

A alfabetização precoce não produz a dislexia, mas facilita o seu diagnóstico. Os métodos da alfabetização mais modernos, como na alfabetização GLOBAL, onde a criança aprende a identificar as palavras como um todo tem conduzido a uma identificação mais rápida de disléxicos. O método SINTÉTICO ou FÔNICO, que não impõe tanta carga ao disléxico, permite que alguns casos passem mais tempo desapercebidos.

O sucesso na reeducação de um disléxico está baseado numa terapia multisensorial (aprender pelo uso de todos os sentidos ), combinando sempre a visão, a audição e o tato para ajudá-lo a ler e soletrar corretamente as palavras. O disléxico precisa olhar atentamente, ouvir atentamente, atentar aos movimentos da mão quando escreve e prestar atenção aos movimentos da boca quando fala.

Assim sendo, a criança disléxica associará a forma escrita de uma letra tanto com seu som como com os movimentos da mão para escrevê-la. O aprendizado deve ser feito de forma sistemática e cumulativa. Sendo ainda cada caso um caso específico, devem ser levadas em consideração as particularidades de cada um.

domingo, 28 de novembro de 2010

ORIENTAÇÃO AOS PAIS DE PESSOAS COM DISLEXIA


Associação Brasileira de Dislexia – SP telefone: (011) 258-7568
Associação Nacional de Dislexia – RJ telefone (021) 529-2461


A coisa mais importante a fazer: AJUDAR A MELHORAR A AUTO ESTIMA. Ofereça segurança, carinho, compreensão e elogie seus pequenos acertos.

PROCURAR AJUDA PROFISSIONAL PARA REALIZAR UM DIAGNÓSTICO CORRETO: FONOAUDIÓLOGO, PSICÓLOGO, NEUROLOGISTA OU PSICOPEDAGOGO.

Explique que suas dificuldades têm um nome: DISLEXIA e que você vai ajudá-lo a superá-las, mas que ele é o principal agente desta mudança.

Encoraje-o e encontre coisas em que se saia bem, estimulando-o nessas coisas.

Elogie por seus esforços, lembre-se como ele tem de esforçar-se muito para ter algum sucesso na leitura e na escrita.

Ajude-o nos seus trabalhos escolares, ou, em algumas lições em especial, com paciência (mas não escreva para ele, ou resolva suas tarefas de matemática).

Ajude-o a ser organizado.

Encoraje-o a ter hobbies e atividades fora da escola, como esportes, musica, fotografia, desenhos, etc.

Observe se ele está recebendo ajuda na escola, porque isso faz muita diferença na habilidade dele de enfrentar suas dificuldades, de prosperar e de crescer normalmente.

Não permita que os problemas escolares impliquem em mau comportamento ou falta de limites. Uma coisa nada tem a ver com a outra!

BIBLIOGRAFIA:

DISLEXIA EM QUESTÃO - J. AJURIAGUERRA - ED. ARTES MÉDICAS
DISLEXIA-MANUAL DE LEITURA CORRETIVA - MABEL CONDEMARIN - ED. ARTES MÉDICAS.

ALFABETIZAÇÃO DO DISLÉXICO


O disléxico precisa olhar atentamente, ouvir atentamente, atentar aos movimentos da mão quando escreve e prestar atenção aos movimentos da boca quando fala. Assim sendo, a criança disléxica associará a forma escrita de uma letra tanto com seu som como com os movimentos FALAR-OUVIR-LER-ESCREVER, são atividades da linguagem. FALAR E OUVIR, são atividades com fundamentos biológicos.

O método mais adequado tem sido o fonético e montagem de ”manuais” de alfabetização apropriada a criança disléxica.

A criança aprende a usar a linguagem falada mas isto depende do:

v meio ambiente compreensivo, estimulador e paciente.

v trato vocal.

v organização do cérebro.

v sensibilidade perceptual para falar os sons.

O sucesso na reeducação de um disléxico está baseado numa terapia multisensorial (aprender pelo uso de todos os sentidos), combinando sempre a visão, a audição e o tato para ajudá-lo a ler e soletrar corretamente as palavras.

ESTRATÉGIAS QUE AJUDAM:

Uso freqüente de material concreto:

v Relógio digital.

v Calculadora.

v Gravador.

v Confecção do próprio material para alfabetização, como desenhar, montar uma cartilha.

v Uso de gravuras, fotografias.(a imagem é essencial para sua aprendizagem).

v Material Curisineire / Material Dourado.

v Folhas quadriculadas para matemática.

v Máscara para leitura de texto.

v Letras com várias texturas.

v Evitar dizer que ela é lenta, preguiçosa ou compará-la aos outros alunos da classe .

v Ela não deve ser forçada a ler em voz alta em classe a menos que demonstre desejo em fazê-lo.

v Suas habilidades devem ser julgadas mais em sua respostas orais do que nas escritas.

v Sempre que possível , a criança deve ser encorajada a repetir o que foi lhe dito para fazer, isto inclui mensagens. Sua própria voz é de muita ajuda para melhorar a memória.

v Revisões devem ser freqüentes e importantes

v Copiar do quadro é sempre um problema, tente evitar isso, ou dê-lhe mais tempo para fazê-lo.

v Demonstre paciência, compreensão e amizade durante todo o tempo, principalmente quando você estiver ensinando a alunos que possam ser considerados disléxicos.

v Ensine-a quando for ler palavras longas, a separá-las com uma linha a lápis.

v Dê-lhes menos dever de casa e avalie a necessidade e aproveitamento desta tarefa

v Não risque de vermelho seus erros ou coloque lembretes tipo: estude! precisa estudar mais! precisa melhorar !

v Procure não dar suas notas em voz alta para toda classe, isso a humilha e a faz infeliz.

v Não a force a modificar sua escrita, ela sempre acha sua letra horrível e não gosta de vê-la no papel. A modulação da caligrafia é um processo longo.

v Procure não reforçar sentimentos que minimizam sua auto-estima.

v Dê-lhes um tempo maior para realizar as avaliações escritas. Uma tarefa em que a criança não-disléxica leva 20 minutos para realizar, a disléxica pode levar duas horas.

v Usar sempre uma linguagem clara e simples nas avaliações orais e principalmente nas escritas.

v Uma língua estrangeira é muito difícil para eles, faça suas avaliações sempre em termos de trabalhos e pesquisas.

OS TIPOS EXISTENTES DE DISLEXIA (ACÚSTICA, VISUAL E MOTRIZ)

v DISLEXIA ACÚSTICA: manifesta-se na insuficiência para a diferenciação acústica (sonora ou fonética) dos fonemas e na análise e síntese dos mesmos, ocorrendo omissões, distorções, transposições ou substituições de fonemas. Confundem-se os fonemas por sua semelhança Articulatória.

v DISLEXIA VISUAL: Ocorre quando há imprecisão de coordenação viso-especial manifestando-se na confusão de letras com semelhança gráfica. Não temos dúvida que o primeiro procedimento dos pais e educadores é levar a criança a um médico oftalmologista.

v DISLEXIA MOTRIZ: evidencia-se na dificuldade para o movimento ocular. Há uma nítida limitação do campo visual que provoca retrocessos e principalmente intervalos mudos ao ler.
LEMBRE-SE EM OBSERVAR:


v Alterações de grafia como "a-o", "e-d", "h-n" e "e-d", por exemplo.

v As crianças disléxicas apresentam uma caligrafia muito defeituosa, verificando-se irregularidade do desenho das letras, denotando, assim, perda de concentração e de fluidez de raciocínio.

v As crianças disléxicas, ainda segundo o professor, apresentam confusão com letras com grafia similar, mas com diferente orientação no espaço como " b-d". "d-p", "b-q", "d-b", "d-p", "d-q", "n-u" e "a-e". Ocorre também com os números 6;9;1;7;3;5, etc.

v Apresenta dificuldade em realizar cálculos por se atrapalhar com a grafia numérica ou não compreende a situação problema a ser resolvida.

v Confusões com os sinais (+) adição e (x) multiplicação.

v A dificuldade pode ser ainda para letras que possuem um ponto de articulação comum e cujos sons são acusticamente próximos: "d-t" e "c-q", por exemplo.

v Na lista de dificuldades dos disléxicos, para o diagnóstico precoce dos distúrbios de letras, chamamos a atenção de educadores, e pais para as inversões de sílabas ou palavras como "sol-los", "som-mos" bem como a adição ou omissão de sons como "casa-casaco", repetição de sílabas, salto de linhas e soletração defeituosa de palavras.

DIFICULDADES ENCONTRADAS EM CRIANÇAS COM DISLEXIA


v Dificuldade para ler orações e palavras simples.

v A pronúncia ou a soletração de palavras monossilábicas é uma dificuldade evidente nos disléxicos.

v As crianças ou adultos disléxicos invertem as palavras de maneira total ou parcial, por exemplo “casa” é lida “saca”. Uma coisa é uma brincadeira ou um jogo de palavras, observando a produtividade morfológica ou sintagmática dos léxicos de uma língua, uma outra coisa é, sem intencionalidade, a criança ou adulto trocar a seqüência de grafemas.

v Invertem as letras ou números, por exemplo: /p/ por /b/, /d/ por/ b /3/ por /5/ ou /8/, /6/ por /9/ especialmente quando na escrita minúscula ou em textos manuscritos escolares. Assim, é patente a confusão de letras de simetria oposta.

v A ortografia é alterada, podendo estar ligada a chamada CONSCIÊNCIA FONOLÓGICA (alterações no processamento auditivo).

v Copiam de forma errada as palavras, mesmo observando na lousa ou no livro como são escritas. Em geral, as professoras ficam desesperadas: " como podem - pensam e reclamam - ela está vendo a forma correta e escreve exatamente o contrário?". Ora, o processamento da informação léxica, que é de ordem cerebral, está invertida ou simplesmente deficiente.

v As crianças disléxicas conhecem o texto ou a escrita, mas usam outras palavras, de maneira involuntária. Trocam as palavras quando lêem ou escrevem, por exemplo:“gato” por “casa”.

v Têm as crianças disléxicas dificuldades em distinguir a esquerda e a direita.

v Alteração na seqüência das letras que formam as sílabas e as palavras.

v Confusão de palavras parecidas ou opostas em seu significado. Os homônimos, isto é, palavras semelhantes (seção, cessão e seção) são uma dificuldade nas crianças disléxicas.

v Os erros na separação das palavras.

v Os disléxicos sofrem com a falta de rapidez ao ler. A leitura é sem modulação e sem ritmo. Os disléxicos, às vezes, com muito sacrifício, decodificam as palavras, mas não conseguem ter compreensão.

v Os disléxicos têm falha na construção gramatical, especialmente na elaboração de orações complexas (coordenadas e subordinadas) na hora da redação espontânea.

SINAIS ENCONTRADOS EM DISLÉXICOS


Desde a pré-escola alguns sinais e sintomas podem oferecer pistas que a criança é disléxica. Eles não são suficientes para se fechar um diagnóstico, mas vale prestar atenção:

v Fraco desenvolvimento da atenção.
v Falta de capacidade para brincar com outras crianças.
v Atraso no desenvolvimento da fala e escrita.
v Atraso no desenvolvimento visual.
v Falta de coordenação motora.
v Dificuldade em aprender rimas/canções.
v Falta de interesse em livros impressos.
v Dificuldade em acompanhar histórias.
v Dificuldade com a memória imediata organização geral.

ETIMOLOGIA DA DISLEXIA

ETIOLOGIA:
A rigor, não há nenhuma segurança em afirmar uma ou outra etiologia para a causa da dislexia, mas há algumas situações que foram descartadas:

Em hipótese alguma o disléxico tem comprometimento intelectual. Segundo a Teoria das Inteligências Múltiplas, o ser humano possui habilidades cognitivas: inteligência interpessoal, inteligência intrapessoal, inteligência lógica-matemática, inteligência espacial, inteligência corporal-cinestésica, inteligência verbal-linguística, inteligência musical, naturalista, existencial e pictórica. O disléxico teria sua inteligência mais predisposta à inteligência corporal-cinestésica, musical, espacial.

Quanto ao emocional, é preciso avaliar muito bem. Pode haver um comprometimento do emocional como conseqüência das dificuldades da dislexia, mas nunca como causa única.

A criança dislexia não tem perda auditiva.

Há vários estudos :

A) Uma falha no sistema nervoso central em sua habilidade para organizar os grafemas, isto é, as letras ou decodificar os fonemas, ou seja, as unidades sonoras distintivas no âmbito da palavra.

B) O impedimento cerebral relacionado com a capacidade de visualização das palavras.

C) Diferenças entre os hemisférios e alteração (displasias e ectopias) do lado direito do cérebro. Isso implica, entre outras coisas, uma dominância da lateralidade invertida ou indefinida. Mas também justifica o desenvolvimento maior da intuição, da criatividade, da aptidão para as artes, do raciocínio mais holístico, de serem mais subjetivos e todas as outras qualidades características do hemisfério direito.

D) Inadequado processamento auditivo (consciência fonológica) da informação lingüística.

E) Implicações relação afetiva materno-filial, o que pode entravar a necessidade da linguagem, e mais tarde a aprendizagem da leitura e escrita.

DISLEXIA 1

DEFINIÇÕES:


DIS – distúrbio
LEXIA - (do latim) leitura; (do grego) linguagem
DISLEXIA - dificuldades na leitura e escrita

A definição mais usada na atualidade é a do Comitê de Abril de 1994, da International Dyslexia Association - IDA, que diz:

"Dislexia é um dos muitos distúrbios de aprendizagem. É um distúrbio específico da linguagem, de origem constitucional, caracterizado pela dificuldade de decodificar palavras simples. Mostra uma insuficiência no processo fonológico. Estas dificuldades de decodificar palavras simples não são esperadas em relação a idade. Apesar de submetida a instrução convencional, adequada inteligência, oportunidade sócio-cultural e não possuir distúrbios cognitivos e sensoriais fundamentais, a criança falha no processo de aquisição da linguagem. A dislexia é apresentada em várias formas de dificuldade com as diferentes formas de linguagem, freqüentemente incluídas problemas de leitura, em aquisição e capacidade de escrever e soletrar."

A dislexia não é uma doença, portanto não podemos falar em cura. Ela é congênita e hereditária, e seus sintomas podem ser identificados logo na pré-escola.

Os sintomas, ainda, podem ser aliviados, contornados, com acompanhamento adequado, direcionado às condições de cada caso.

Não podemos considerar como 'comprometimento' sua origem constitucional (neurológica), mas sim como uma diferença, que é mais notada em relação a dominância cerebral.

"A DISLEXIA é uma dificuldade de aprendizagem na qual a capacidade de uma criança para ler ou escrever está abaixo de seu nível de inteligência."

"A DISLEXIA é uma função, um problema, um transtorno, uma deficiência, um distúrbio. Refere a uma dificuldade de aprendizagem relacionada à linguagem."

"A DISLEXIA é um transtorno, uma perturbação, uma dificuldade estável, isto é duradoura ou parcial e, portanto, temporária, do processo de leitura que se manifesta na insuficiência para assimilar os símbolos gráficos da linguagem.”

"A DISLEXIA não é uma doença, é um distúrbio de aprendizagem congênito que interfere de forma significativa na integração dos símbolos lingüísticos e perceptivos. Acomete mais o sexo masculino que o feminino, numa proporção de 3 para 1."

"A DISLEXIA é caracterizada por dificuldades na leitura, escrita (ortografia e semântica), matemática (geometria, cálculo), atraso na aquisição da linguagem, comprometimento da discriminação visual e auditiva e da memória seqüencial .”

sábado, 27 de novembro de 2010

DISLEXIA

RECEBI POR E-MAIL DA Marina Almeida
Consultora de Ed. Inclusiva, Psicóloga e Psicopedagoga
Instituto Inclusão Brasil e Consultório de Psicologia
R. Jacob Emmerich, 365 conj.13 - Centro - São Vicente-SP
CEP 11310-071
Telefones: (13) 30191443 ou (13) 34663504
Celular (13) 91773793
E-mail: inclusao.brasil@iron.com.br
Site: www.institutoinclusaobrasil.com.br

Na Educação Infantil


Falar tardiamente

Dificuldade para pronunciar alguns fonemas

Demorar a incorporar palavras novas ao seu vocabulário

Dificuldade para rimas

Dificuldade para aprender cores, formas, números e escrita do nome

Dificuldade para seguir ordens e seguir rotinas

Dificuldade na habilidade motora fina

Dificuldade de contar ou recontar uma história na seqüência certa

Dificuldade para lembrar nomes e símbolo.



Na Classe de Alfabetização e 2ª ANO do Ensino Fundamental

Dificuldade em aprender o alfabeto

Dificuldade no planejamento motor de letras e números

Dificuldade para separar e sequenciar sons (ex: p – a – t – o )

Dificuldade com rimas (habilidades auditivas)

Dificuldade em discriminar fonemas homorgânicos (p-b, t-d, f-v, k-g, x-j, s-z)

Dificuldade em seqüência e memória de palavras

Dificuldade para aprender a ler, escrever e soletrar

Dificuldade em orientação temporal (ontem – hoje – amanhã, dias da semana, meses do ano)

Dificuldade em orientação espacial (direita – esquerda, embaixo, em cima...)

Dificuldade na execução da letra cursiva

Dificuldade na preensão do lápis

Dificuldade de copiar do quadro


Do 3ª ao 9ª ano do Ensino Fundamental

Nível de leitura abaixo do esperado para sua série

Dificuldade na sequenciação de letras em palavras

Dificuldade em soletração de palavras

Não gostar de ler em voz alta diante da turma

Dificuldade com enunciados de problemas matemáticos

Dificuldade na expressão através da escrita

Dificuldade na elaboração de textos escritos

Dificuldade na organização da escrita

Podem ter dificuldade na compreensão de textos

Podem ter dificuldade em aprender outros idiomas

Dificuldade na compreensão de piadas, provérbios e gírias

Presença de omissões, trocas e aglutinações de grafemas

Dificuldade de planejar e organizar (tempo) tarefas

Dificuldade em conseguir terminar as tarefas dentro do tempo

Dificuldade na compreensão da linguagem não verbal

Dificuldade em memorizar a tabuada

Dificuldade com figuras geométricas

Dificuldade com mapas.


Ensino Médio

Leitura vagarosa e com muitos erros

Permanência da dificuldade em soletrar palavras mais complexas

Dificuldade em planejar e fazer redações

Dificuldade para reproduzir histórias

Dificuldade nas habilidades de memória

Dificuldade de entender conceitos abstratos

Dificuldade de prestar atenção em detalhes ou, ao contrário, atenção demasiada a pequenos detalhes

Vocabulário empobrecido

Criação de subterfúgios para esconder sua dificuldade.


Adultos

Permanência da dificuldade em escrever em letra cursiva

Dificuldade em planejamento e organização

Dificuldade com horários (adiantam-se, chegam tarde ou esquecem)

Falta do hábito de leitura

Normalmente tem talentos espaciais (engenheiros, arquitetos, artistas).

Características Gerais Associadas

A emissão oral é comparativamente muito melhor que do a escrita

Atenção limitada e dificuldade em manter-se na tarefa.